Tesouro Direto: taxas disparam e renovam pico pós-eleições antes do Copom

Os juros oferecidos pelos títulos do Tesouro Direto avançaram nesta terça-feira (3), na abertura da reunião do Copom. O prefixado com vencimento em 2037 atingiu 15,50% ao ano, superando o patamar registrado no primeiro pregão após a reeleição de Lula.
A alta ocorreu em meio a questionamentos sobre a política econômica. Coordenador do programa de Lula, José Sérgio Gabrielli apoiou reduzir a Selic de 13,75% para 7,5% em 12 meses. Economistas do mercado criticaram os riscos inflacionários e fiscais da proposta.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, negou que o governo discuta tabelamento dos juros. Antes da decisão do Copom, marcada para quarta-feira (4), as opções negociadas na B3 apontavam aproximadamente 70% de probabilidade de manutenção da Selic.



